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Potencial de consumo cresce 13,5% no Paraná

Setores de habitação e automotivo puxam alta

 Potencial de consumo cresce 13,5% no Paraná

Foto: divulgação/AEN

Apesar de reflexos da pandemia e inflação, o potencial de consumo do paranaense parece recuperar o fôlego e deve movimentar R$ 366,7 bilhões até o final deste ano. O número é cerca de 13% maior que o registrado em 2021 e faz parte do estudo IPC Maps 2022, com base em dados oficiais. No Brasil, o consumo das famílias deve movimentar cerca de R$ 5,6 trilhões ao longo de 2022, o que representa um aumento real de apenas 0,92% em relação a 2021.

Segundo o responsável pela pesquisa, Marcos Pazzini, os resultados refletem a lenta recuperação pós-crise pandêmica agravada pelo cenário de confronto entre Rússia e Ucrânia, no leste europeu.

No Paraná, os setores habitação, de veículos e alimentação puxaram o potencial de consumo. Conforme o levantamento, as três áreas devem movimentar quase R$ 170 bilhões até o final do ano. Na sequência aparece o material de construção (R$ 10,7 bi), medicamentos (R$ 9,9 bi), higiene e cuidados pessoais (R$ 9,4 bi) e educação (R$ 9,3 bi).

Na análise regional, com uma pequena contenção, o Sudeste continua liderando o ranking, respondendo por 49% do consumo nacional. Na sequência, aparece o Nordeste ampliando a representatividade para 18,2%. Já, a Região Sul que, havia crescido na pandemia, regrediu para 17,9%. Assim como no ano passado, o quarto lugar segue ocupado pelo Centro-Oeste, reduzindo sua fatia para 8,5%, e por último, vem a Região Norte, que amplia sua atuação para 6%.

Na análise municipal, Curitiba aparece como a sexta cidade brasileira com maior potencial de consumo e a 1ª colocada do Paraná. Até o final do ano, as famílias da capital paranaense devem movimentar R$ 77,2 bilhões em consumo, valor 17,9% superior aos R$ 65,5 bilhões registrados no ano passado.

Ainda conforme a pesquisa, a tendência de consumo acompanha a renda. Entre as famílias de classe A a expectativa é que o valor consumido ao longo do ano chegue a R$ 463 mil por domicílio. Já entre os consumidores de classe B, o valor já cai em um terço, praticamente, para R$ 155 mil. Entre as famílias de classe C o montante é de R$ 69 mil e entre os domicílios de classe D/E, R$ 33 mil.

leonardo.gomes

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