Confira a entrevista com Rodrigo Meister de Almeida

Desde sua criação em 1990, o INSS concede benefício previdenciário para trabalhadores afastados por mais de 15 dias (seja por acidentes de trabalho ou doenças). Para custear estes benefícios cobra historicamente das empresas um imposto sobre a folha de pagamento.

Em 2007, no entanto, houve mudanças nas regras para o cálculo deste imposto com a criação do FAP (Fator Acidentário de Prevenção), que acarreta em um valor maior para as empresas que tenham mais acidentes e afastamentos.

Simultaneamente, foi criada uma nova abordagem de nexo entre doenças e atividades econômicas, ou seja, um mapa de doenças mais frequentes com o ramos de atividade da empresa empregadora.

Ouça a entrevista com Rodrigo Meister de Almeida, engenheiro de segurança e advogado, mestre em governança e sustentabilidade, coordena o Instituto SESI de Inovação em Longevidade e Produtividade.

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