Mais de 6 milhões de litros de combustível já saíram da Repar

(Foto: divulgação/PRF)

As escoltas de caminhões para abastecimento de postos de combustíveis e reservatórios de serviços especiais estão mantidas por tempo indeterminado. Até as 7h da manhã de hoje (29), 178 caminhões haviam sido carregados na central de distribuição da Repar, a Refinaria da Petrobras em Araucária, na Grande Curitiba.

Ontem à noite, as cargas saíram em 8 comboios do terminal, escoltadas por equipes do Bope, o Batalhão de Operações Policiais Especiais, da PM. Três comboios foram para aeroportos e cinco para postos de abastecimento e serviços, com 2 milhões e 800 mil litros de combustível. As cargas seguiram tanto para a Região Metropolitana de Curitiba quanto para o litoral do Paraná e cidades de Santa Catarina.

Um helicóptero da Polícia Rodoviária Federal também acompanhou a ação. Ainda na madrugada de segunda-feira (28), sete caminhões deixaram os terminais carregados de combustível de aviação. O destino foram cidades catarinenses como Florianópolis, Joinville e Navegantes. Também nesta segunda (28), seis caminhões seguiram para o aeroporto internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais. Dentro da central de distribuição, a Polícia Militar trabalha no planejamento da escolta aos caminhões que deixam a região da refinaria.

O coronel Chehade Elias Geha, do 6º Comando Regional da PM, detalha o trabalho dos policiais

Os impactos da paralisação ainda não foram calculados, mas, para se ter uma ideia, em dias normais, 600 caminhões deixam a central de distribuição da Repar, com 22 milhões de litros de combustíveis para postos e 1 milhão de litros de querosene para aviação. Durante esses oito dias de paralisação dos caminhoneiros, foram entregues apenas 1 milhão de litros para postos de serviços e 2 milhões de litros de combustível para aviões, o equivalente a apenas dois dias de trabalho no terminal.

O superintendente da empresa que administra o terminal, Carlos Roque, acredita que o serviço só deva ser normalizado em algumas semanas

Durante a paralisação, não houve registro de falta de combustível no aeroporto Afonso Pena porque escoltas da PRF garantiram a entrega do querosene para os aviões desde a última segunda-feira. Já na madrugada de domingo, as escoltas foram reforçadas pela Polícia Militar e passaram a ser empregadas, também, para entregas em postos de serviços.

(Foto: divulgação/PRF)

(Foto: divulgação/PRF)

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