Número de crianças que são vítimas fatais de acidentes de trânsito aumenta em 14%

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Aumentou em 14% o número de crianças entre 0 e 17 anos que são vítimas fatais de acidentes de trânsito no Paraná. Os dados são do Detran no comparativo entre 2015 e 2016, quando o número de mortes chegou a 99.  A falta dos dispositivos de segurança ou o uso inadequado para cada idade e tamanho são alguns dos principais problemas.  O bebê-conforto, por exemplo, é direcionado aos bebês ou com até um ano de idade. Eles ainda devem ser transportados no banco de trás do carro, de costas para o motorista. Já as crianças de um a quatro anos devem ser transportadas em cadeirinha. De quatro a sete anos e meio, devem usar o assento de elevação e, a partir de dez anos, com mais de um metro e quarenta e cinco centímetros, já podem usar o cinto de segurança e ser transportadas no banco da frente. Segundo o diretor-geral do Detran, Marcos Traad, é preciso ter atenção com o uso adequado das cadeirinhas.

A cadeirinha não deve se mover mais que 2 centímetros de um lado para o outro. O ajuste nas tiras da cadeirinha de segurança deve ser feito ao tamanho da criança, com folga de um dedo entre o corpo dela e a tira. Para a coordenadora de Programas Educativos do Detran, Caroline Andreatta, é preciso tomar cuidado principalmente com a cabeça e o pescoço, que são as partes mais sensíveis da criança.

Segundo o Detran, Cadeiras de segurança quando instaladas e usadas corretamente diminuem os riscos de morte em até 71% e em casos de crianças com até quatro anos, a necessidade de hospitalização reduz em 69%.

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