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Para Sergio Moro criminosos do PCC queriam retaliação

O senador falou sobre a operação da PF durante sessão Plenária

 Para Sergio Moro criminosos do PCC queriam retaliação

(Foto: Divulgação/Agênca Brasil)

Suspeitos de planejar ataques contra o senador Sergio Moro (União) teriam alugado imóveis no Paraná, próximos a região onde Moro vive. Uma chácara também foi locada, em Presidente Prudente, no interior de São Paulo, para monitorar o promotor Lincoln Gakiya outro possível alvo do PCC.

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As informações são do repórter Túlio Amâncio do Grupo Bandeirantes de Comunicação ainda dão conta de que os ataques já haviam sido planejados. A intenção é que fossem realizados em vários locais ao mesmo tempo e por isso ainda não tinha sido executado.

Caso a organização não conseguisse atacar Sergio Moro, os alvos seriam a mulher do político, deputada Rosangela Moro, e a filha do casal. Nesta quarta uma operação da Polícia Federal prendeu pelo menos 9 integrantes do Primeiro Comando da Capital, o PCC, suspeitos de planejar ataques contra autoridades e servidores públicos.

Em entrevista para a BandNews TV, o promotor do estado de São Paulo, explica que os investigados fazem parte de um setor específico da facção.

Durante pronunciamento na Sessão Plenária do Senado, HOJE (quarta, 22) Moro falou que uma portaria baixada por ele seria o motivo de retaliação dos criminosos.

O senador ainda fez uma comparação dos ataques no norte do pais com terrorismo e disse que nunca viu um senador da república ser alvo de facções criminosas.

O ex-presidente Jair Bolsonaro se pronunciou sobre o caso, nas redes sociais. Ele afirma que “tudo não pode ser só coincidência” em elação a esta operação da Polícia Federal.  Ele diz ainda, “em 2002 Celso Daniel, em 2018 Jair Bolsonaro e agora Sérgio Moro”.

De acordo com o ex-presidente o “Poder absoluto a qualquer preço sempre foi o objetivo da esquerda”. Ele também prestou solidariedade a Sérgio Moro, Lincoln Gakiya (GAKÍA) e familiares. E encerrou dizendo que “a CPMI assombra os inimigos da democracia”.

O Governador do Paraná, Ratinho Junior, também se manifestou. Ele presta solidariedade ao senador e reforça que a PM do Paraná vai continuar garantindo a segurança do político e dos familiares dele. Ele diz ainda que “No Paraná bandido não vai intimidar quem quer que seja”. E encerra agradecendo aos policias militares do estado.

Twitter/ @ratinho_jr

A Operação Sequaz é coordenada pela Polícia Federal, em Brasília e cumpriu 35 ordens judiciais. Sendo 24 buscas e apreensões, além de 11 mandados de prisão, dos quais sete são de prisão preventiva (quando não há prazo determinado para a soltura).

As ordens são cumpridas por cerca de 120 policiais federais nos estados de Mato Grosso do Sul, Rondônia, São Paulo e Paraná. A Superintendência da PF em Curitiba não detalhou quais são os mandados cumpridos no estado.

Segundo o Ministério da Justiça, os principais investigados estavam em São Paulo e no Paraná. A Operação Sequaz é coordenada pela Polícia Federal, em Brasília, e cumpriu 35 ordens judiciais. Sendo 24 buscas e apreensões, além de 11 mandados de prisão, dos quais sete são de prisão preventiva (quando não há prazo determinado para a soltura).

As ordens são cumpridas por cerca de 120 policiais federais nos estados de Mato Grosso do Sul, Rondônia, São Paulo e Paraná. A Superintendência da PF em Curitiba não detalhou quais são os mandados cumpridos no estado.

Segundo o Ministério da Justiça, os principais investigados estavam em São Paulo e no Paraná. 

Reportagem: Francine Lopes

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Jessica de Holanda

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