Gaeco não abrirá sindicância contra atitudes da Corregedoria da PC

O grupo de policiais que fechou uma mansão cassino no bairro Parolin, em Curitiba, no dia 26 de janeiro, está preocupado com represálias e com as investigações que estão sendo feitas pela Corregedoria da Polícia Civil. As investigações internas preveem punições para os investigadores, que não comunicaram à operação que seria feita para seus superiores hierárquicos. Os policiais denunciam ainda que apreenderam três celulares, fotos e vários documentos no local que não foram periciados e foram imediatamente devolvidos ao dono do cassino pelo segundo distrito policial de Curitiba.  O coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e de Investigações Criminais (Gaeco), Leonir Battisti, abriu procedimento para verificar a veracidade das denúncias dos policiais.

Não existe prazo para que as investigações terminem. Leonir Battisti não pretende, por ora, abrir investigação sobre os supostos exageros da Polícia Civil na busca pela punição dos policiais envolvidos na operação de fechamento do cassino. De acordo com ele, a Corregedoria cumpre seu papel.

Da lista de materiais apreendidos pelos policiais na operação, apenas as máquinas caça níqueis fazem parte de termo circunstanciado aberto pela Polícia Civil.

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